ALFABETIZAÇÃO GENÉTICA EM ADOLESCENTES COM TRANSTORNOS GENÉTICOS: UMA ABORDAGEM BIOPSICOSSOCIAL E CLÍNICA
DOI:
https://doi.org/10.56238/sevened2026.020-018Palavras-chave:
Alfabetização Genética, Adolescentes, Doenças Genéticas, Adaptação Psicológica, Aconselhamento GenéticoResumo
A alfabetização genética constitui um componente essencial na medicina contemporânea, particularmente no manejo de adolescentes com transtornos genéticos. Esse grupo populacional enfrenta desafios complexos que abrangem dimensões biomédicas, psicológicas e sociais. O objetivo deste capítulo é analisar o papel da alfabetização genética em adolescentes com doenças genéticas, sua relação com a adaptação psicológica e suas implicações clínicas. São revisados os componentes da alfabetização genética, fatores associados, evidências empíricas e o papel do aconselhamento genético. As evidências sugerem que, embora os níveis de alfabetização genética sejam frequentemente baixos, os adolescentes podem apresentar níveis adequados de adaptação psicológica, o que indica a influência de fatores psicossociais. Propõe-se um modelo integrador biopsicossocial que permita otimizar intervenções clínicas e educacionais.
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