ARQUITETURA ADAPTATIVA EM AMBIENTES EXTREMOS: TÉCNICAS VERNACULARES E SUSTENTABILIDADE NAS COMUNIDADES RIBEIRINHAS AMAZÔNICAS
DOI:
https://doi.org/10.56238/sevened2026.019-036Palavras-chave:
Casa Ribeirinha, Palafitas, Flutuante, SustentabilidadeResumo
Este artigo discute o sistema construtivo das comunidades em regiões das várzeas e sobre as águas, analisando a arquitetura vernacular, a forma das casas, a sua estrutura, vedações e a relação cultural deste processo, em especial da Amazônia brasileira, e faz paralelos a obras internacionais. Introduz as questões históricas do habitar sobre e as suas várzeas. Portanto, discute a relação entre os ribeirinhos, a moradia e o meio ambiente. Os métodos partem da revisão da literatura e estudo de campo com visitas. O estudo identifica as moradias palafíticas tradicionais às construções flutuantes. Outro aspecto relevante na Amazônia Brasileira é que as casas sobre o rio abrigam não apenas o espaço doméstico, mas também as atividades produtivas, o comércio, o transporte e as práticas de sociabilidade. Observa-se que as comunidades ribeirinhas aplicam materiais locais, a reutilização de componentes e a integração ecológica fazem dessas construções exemplos práticos de sustentabilidade empírica.
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