DIABETES MELLITUS TIPO 2 E HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: ASPECTOS ETIOLÓGICOS, PATOGÊNICOS E FISIOPATOLÓGICOS
DOI:
https://doi.org/10.56238/sevened2026.020-045Palavras-chave:
Doenças Crônicas Não Transmissíveis, Hipertensão Arterial Sistêmica, Diabetes Mellitus Tipo 2, Fisiopatologia, Diagnóstico, MonitoramentoResumo
As doenças crônicas não transmissíveis representam importante desafio para a saúde pública, em razão de sua elevada prevalência, impacto na morbimortalidade e associação com fatores de risco modificáveis, como sedentarismo, alimentação inadequada, tabagismo, obesidade e etilismo. Entre elas, a hipertensão arterial sistêmica e a diabetes mellitus tipo 2 se destacam pela frequência crescente e pela relação direta com complicações cardiovasculares, renais e metabólicas. A hipertensão arterial sistêmica apresenta etiologia multifatorial, envolvendo predisposição genética, hiperatividade simpática, ativação do sistema renina-angiotensina-aldosterona e disfunção endotelial, enquanto a diabetes mellitus tipo 2 resulta da interação entre resistência à insulina, disfunção progressiva das células beta pancreáticas e inflamação crônica de baixo grau. O diagnóstico e o acompanhamento dessas condições exigem avaliação clínica criteriosa e exames laboratoriais específicos, como medida da pressão arterial, glicemia de jejum, hemoglobina glicada e teste oral de tolerância à glicose. O tratamento baseia-se na mudança de estilo de vida, no uso de fármacos anti-hipertensivos e antidiabéticos, além do seguimento contínuo em programas como o HIPERDIA. Assim, a compreensão integrada desses agravos é fundamental para o controle adequado, a prevenção de complicações e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.
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