ENXERTO DE BIOMODELOS EM ACRILONITRILA BUTADIENO ESTIRENO (ABS) PRODUZIDOS POR MANUFATURA ADITIVA EM TÍBIAS DE COELHOS
DOI:
https://doi.org/10.56238/sevened2026.019-006Palavras-chave:
Biomodelos, Coelhos, Implantes ósseos, Impressão 3D, PolímerosResumo
A manufatura aditiva tem se destacado como uma tecnologia promissora na área da saúde, especialmente no desenvolvimento de biomodelos e implantes personalizados. O presente estudo teve como objetivo avaliar a utilização de biomodelos em acrilonitrila butadieno estireno (ABS), produzidos por impressão 3D, como enxertos em tíbias de coelhos. Foram utilizados seis coelhos da raça Nova Zelândia, nos quais foram implantados dispositivos em formato de parafusos com 7 mm de comprimento. Os implantes foram esterilizados por autoclave ou por imersão em glutaraldeído. Os animais foram avaliados clinicamente até o terceiro dia pós-operatório e radiograficamente aos 0, 30 e 60 dias. Após esse período, foi realizada a eutanásia e avaliação macroscópica dos implantes. Observou-se que o ABS apresentou baixa reatividade tecidual e ausência de sinais de rejeição, com evidências de osteointegração. Embora a esterilização em autoclave tenha causado leve deformação dos implantes, não houve comprometimento da implantação. Os resultados indicam que o ABS apresenta potencial para aplicação na produção de implantes ortopédicos personalizados, sendo necessários estudos adicionais para avaliação a longo prazo.
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