COMPARAÇÃO ENTRE CARGA IMEDIATA E CARGA TARDIA NO PROTOCOLO ALL-ON-4 EM MAXILAS ATRÓFICAS

Autores

  • Sergio Augusto Rodrigues Marques
  • Durvalina Brito Ferreira Rodrigues
  • Joyce Oliveira Miranda de Jesus
  • Afonso Ponte de Azevedo Filho
  • Alysson Esper Pereira
  • Ana Clara Carvalho Bonfim
  • José da Silva Júnior
  • Gabriell Mafuz Penteado
  • Marcelo Vitale
  • Kayole Alves Landim Borges
  • Gabriel Marchiori Galani
  • Francielly Fernandes Pereira de Morais
  • Túlio Fernandes de Souza
  • Caroline Weinert Marçal
  • Wilton Costa Neto
  • Cecília de Oliveira Costa Amorim
  • Karina Santana Cruz
  • Jaqueline Alves de Moura
  • Armando Pereira da Silva Filho
  • Paola Aguiar Afonso da Rosa
  • Jamily Alves Vieira dos Santos
  • Regis Samot Anderes Dzievieski
  • Filipe Alves Dietz Ferreira
  • Rafael Rudimar Holler Peres

Palavras-chave:

All-on-4, Carga Imediata, Carga Tardia, Maxila Atrófica, Implantodontia

Resumo

A reabilitação oral de pacientes portadores de maxilas atróficas representa um desafio clínico na implantodontia, devido à limitada disponibilidade óssea para instalação de implantes convencionais. Embora o protocolo All-on-4 seja amplamente utilizado como alternativa previsível e minimamente invasiva, ainda existem controvérsias na literatura quanto ao momento ideal de carregamento protético. Este estudo teve como objetivo analisar e comparar evidências científicas publicadas nos últimos dez anos acerca da eficácia dos protocolos de carga imediata e carga tardia aplicados ao conceito All-on-4 em maxilas atróficas. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada entre setembro e novembro de 2025, nas bases de dados PubMed, SciELO, SpringerLink, MDPI e Research, Society and Development Journal, utilizando descritores definidos pelo MeSH e DeCS em português e inglês. Foram incluídos estudos originais, revisões sistemáticas e relatos clínicos publicados entre 2015 e 2025 que compararam os dois protocolos de carga. Os dados foram analisados de forma descritiva e comparativa, com foco em taxas de sucesso, perda óssea marginal e satisfação do paciente. Os resultados demonstraram elevadas taxas de sobrevivência dos implantes (93,8%–99,3%) e perdas ósseas médias de 0,8 a 1,5 mm, com alta satisfação dos pacientes em ambos os protocolos. Conclui-se que tanto a carga imediata quanto a carga tardia são abordagens seguras e eficazes, devendo a escolha ser individualizada conforme as condições clínicas do paciente. Os achados contribuem para o aprimoramento do planejamento reabilitador e da prática odontológica baseada em evidências.

DOI: 10.56238/sevenVIIImulti2026-052

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Publicado

2025-12-22