USO DA CORRENTE INTERFERENCIAL EM MULHERES CONSTIPADAS
DOI:
https://doi.org/10.56238/sevened2026.019-079Palavras-chave:
Corrente Interferencial, Constipação Intestinal, MulheresResumo
Introdução: A constipação intestinal constitui um problema frequente na população geral de todo o mundo, a fisioterapia pélvica tem grande importância no tratamento das disfunções do assoalho pélvico e no caso da constipação intestinal, acredita-se que a adição da estimulação elétrica utilizando a corrente interferencial no tratamento poderá melhorar o trânsito colônico, facilitando a eliminação das fezes.
Objetivo: Analisar a eficácia da corrente interferencial para o tratamento da constipação em mulheres.
Métodos: Estudo quase experimental, descritivo e de corte transversal. Foram utilizados os questionários: sociodemográfico; Constipacional Scoring System; Escala de fezes de Bristol e Escala de Mudança percebida (EMP).
Resultados: A amostra é composta por mulheres tendo entre 18 e 27 anos e solteiras. Tendo 16,7% apresentado mudança de pontuação na escala de Bristol se modificando de Tipo 2- (Constipação) para Tipo 4- (Fezes saudáveis). Com relação a escala Constipation Scoring System observou-se que as pacientes não apresentaram melhora estatística relevante. Sendo vista pequena redução na escala de constipação de 10∓3. foi observado melhora em aspectos como humor, capacidade de suportar situações difíceis, sono, atividades de lazer e autoestima em 83,35% das pacientes, aspecto que impacta diretamente na qualidade de vida.
Considerações Finais: Diante do exposto, observa-se que houve pequena melhora nos critérios de ROMA IV, na escala de fezes de Bristol e na Escala de Mudança Percebida, portanto, o uso da corrente interferencial parece ser eficaz para o tratamento da constipação intestinal. Porém, devido ao pequeno número amostral não foi possível encontrar variáveis estatísticas.
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