AVALIAÇÃO DE MEIOS DE CULTIVO IN VITRO PARA A MULTIPLICAÇÃO DE PORTA-ENXERTOS DE ABACATEIRO (PERSEA AMERICANA) CV. HASS, LIVRES DE PHYTOPHTHORA CINNAMOMI, NO DEPARTAMENTO DE TOLIMA
Palavras-chave:
Micropropagação Vegetal, Persea Americana, Phytophthora cinnamomi, Cultivo in Vitro, Porta-enxertos, Desinfecção de ExplantesResumo
O abacate (Persea americana Mill) tem se consolidado como uma cultura de grande importância econômica para a Colômbia; entretanto, sua produtividade enfrenta sérias limitações devido à incidência de Phytophthora cinnamomi e à variabilidade genética decorrente da propagação por sementes. A presente pesquisa teve como objetivo avaliar protocolos para o estabelecimento e a multiplicação in vitro de porta-enxertos de abacate da variedade Crioula, garantindo material livre de patógenos para o Departamento de Tolima. A metodologia empregou segmentos nodais de plantas-matrizes previamente analisadas por teste ELISA. Foram comparados dois protocolos de desinfecção (P1 e P2) e três meios de cultivo (Murashige e Skoog – MS a 50%, WPM e Yasuda), avaliando-se as variáveis contaminação, oxidação e viabilidade. Os resultados demonstraram que o Protocolo 1 apresentou percentual de contaminação significativamente menor (57,8%) em comparação ao Protocolo 2 (79,5%). Embora a oxidação tenha sido controlada com sucesso (7,31% no geral) por meio do uso de antioxidantes e carvão ativado, a contaminação microbiana permaneceu como o principal desafio. Conclui-se que o meio MS a 50% combinado com o Protocolo 1 oferece a maior taxa de viabilidade para a fase de estabelecimento, estabelecendo as bases para futuras etapas de multiplicação clonal em larga escala.
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