ENTRE O JUSTO E O CÔMICO: REFLEXÕES JURÍDICAS SOBRE CONTRATOS E IMPOSSIBILIDADES EM “O MERCADOR DE VENEZA” E “O AUTO DA COMPADECIDA”
DOI:
https://doi.org/10.56238/sevened2026.001-053Palavras-chave:
Direito Civil, Contratos, Arte Literária, Inadimplemento, Redação ContratualResumo
Este artigo explora a interseção entre Direito e Arte, analisando representações literárias de contratos nas obras "O Mercador de Veneza" de William Shakespeare e "O Auto da Compadecida" de Ariano Suassuna. A pesquisa adota abordagem exploratória e descritiva, destacando a importância da clareza e precisão na redação contratual. O estudo revela que, em ambas as obras, as cláusulas de inadimplemento apresentam elementos extremos e muitas vezes irrealizáveis na prática. A análise busca contribuir para o entendimento das complexas relações entre Direito e Arte, evidenciando a influência recíproca entre essas áreas. Ao explorar a aplicação prática das cláusulas contratuais, o artigo ressalta a necessidade de redação cuidadosa para garantir a eficácia dos contratos, alinhando-se aos princípios do Código Civil brasileiro. Essas reflexões têm implicações práticas em contextos jurídicos, destacando a importância de interpretar contratos de maneira justa e contextualizada.
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