ANÁLISIS DE LOS INDICADORES DE PÉRDIDA DE AGUA Y SU RELACIÓN CON LA DESIGUALDAD SOCIOECONÓMICA EN EL ESTADO DE RÍO DE JANEIRO
DOI:
https://doi.org/10.56238/sevened2026.008-184Palavras-chave:
Perdas de Água, Justiça Hídrica, Saneamento Básico, Redes de Distribuição, Rio de JaneiroResumo
Este artigo apresenta uma análise sociotécnica das perdas de água na distribuição, investigando a correlação entre ineficiências estruturais e desigualdades sociais. O estudo utiliza dados do SINISA (2023) e do Censo Demográfico do IBGE (2022) para traçar um panorama que vai da escala nacional a um estudo de caso no Estado do Rio de Janeiro. Os resultados demonstram que o Brasil perde cerca de 40% da água potável produzida, com o Rio de Janeiro apresentando índices superiores a 50%, o pior desempenho da região Sudeste. A análise espacial revelou uma forte correlação entre áreas de baixa renda, como a Baixada Fluminense, e altos índices de perdas físicas e de faturamento, contrastando com áreas de alta renda, como Niterói, que possuem maior eficiência. Conclui-se que a infraestrutura precária não é apenas um problema técnico, mas compõe o panorama de injustiça hídrica que perpetua exclusões históricas e dificulta o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6, 10 e 11.
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