Depressão pós-parto: Da felicidade de ter um filho à dor de não conseguir cuidar

Autores

  • Thainara Pagan Tonon
  • Fernando Luis Macedo
  • Adriana Pagan Tonon

DOI:

https://doi.org/10.56238/isevjhv2n5-031

Palavras-chave:

Transtornos mentais, Período pós-parto, Complicações na gravidez, Depressão pós-parto.

Resumo

Introdução: A Depressão Pós-Parto (DPP) é apontada como um transtorno mental. No período da gestação a mulher atravessa por muitas alterações em sua vida, tanto emocionais quanto físicas e que frequentemente não são percebidas pela sua rede de apoio e por causa da falta de conhecimento, dificultando muito o diagnóstico. A DPP abrange por volta de 15% a 20% das puérperas que manifestam inúmeras alterações, como, por exemplo, falta de acolhimento familiar, violência, gravidez malquista, baixa renda etc. Objetivo: Demonstrar através da revisão da literatura os fatores de risco e de proteção na DPP e apresentar através da revisão da literatura assuntos pertinentes a DPP. Metodologia: A respectiva pesquisa trata-se de uma revisão de literatura. Resultados e conclusões: Os resultados indicaram que os fatores de proteção incluem cuidados primários que ajudam a prevenir a doença além de uma equipe multidisciplinar, apoio familiar, principalmente do parceiro e compreensão do que é uma DPP. Os fatores de riscos são muitos, desde ansiedade, depressão anterior, baixa renda, falta de acolhimento dentre outros. Conclui-se, então, que a DPP é um transtorno mental grave, porém pontual, que acomete mulheres no período do puerpério. A qual traz para elas o sentimento de culpa, por se acharem incapazes de cuidar do bebê, contudo, é uma doença com prognóstico positivo desde que o tratamento seja feito adequadamente, com o apoio de equipe multidisciplinar, social e familiar.

Arquivos adicionais

Publicado

2023-11-08

Como Citar

Depressão pós-parto: Da felicidade de ter um filho à dor de não conseguir cuidar. (2023). International Seven Journal of Health Research, 2(5). https://doi.org/10.56238/isevjhv2n5-031