Alopecia areata na infância, manifestações clínicas e abordagens terapêuticas
DOI:
https://doi.org/10.56238/isevjhv3n1-027Palavras-chave:
Alopecia Pediátrica, Manifestações clínicas, Diagnostico, Manejo.Resumo
Introdução: A alopecia areata na infância é uma condição autoimune que provoca a perda de cabelo em áreas específicas. Embora não seja prejudicial fisicamente, pode afetar a autoestima das crianças. O tratamento envolve abordagens tópicas, como corticosteroides, com prognóstico variável. Objetivo: Através deste, objetiva-se expor de forma sucinta e clara as manifestações clínicas e a abordagem terapêutica acerca da alopecia areata na infancia. Materiais e Métodos: Foi realizada uma síntese de artigos científicos e literatura médica relacionada à alopecia pediátrica, sendo buscados nas bases de dados PubMed e SciELO, utilizando as palavras-chaves: Alopecia Pediátrica; Manifestações Clínicas; Diagnóstico e Manejo e foram localizados 1390 artigos. Após adicionar o filtro: “desde 2019”, 641 artigos foram localizados. Após selecionar com base em títulos relevantes, metodologia, objetivos e resultados, obteve-se um compilado de 4 artigos para serem analisados. Foram coletadas informações sobre as manifestações clínicas dessa condição, opções de diagnóstico e tratamento, bem como abordagens para o manejo da alopecia em crianças. Resultados: A alopecia infantil pode se apresentar de várias formas, sendo a alopecia areata a mais comum, caracterizada por perda de cabelo em áreas específicas do couro cabeludo. Sendo mais comum a manifestação sintomática na primeira década de vida. O diagnóstico é clínico, com histórico médico e exames, se necessário. A regulação das células imunes desempenha um papel importante na alopecia areata, sua disfunção pode levar à interrupção do ciclo de crescimento do cabelo, além disso, a alopecia areata pode estar associada a outras doenças autoimunes e, seu manejo pode exigir abordagens multidisciplinares. O tratamento depende da causa e extensão da perda de cabelo e pode incluir terapias a laser, corticosteroides, imunoterapia, transplante capilar, entre outros. O suporte emocional à criança e à família também é importante para lidar com o impacto emocional e social da alopecia. Conclusão: O diagnóstico e o manejo adequado são essenciais para garantir o tratamento apropriado e minimizar o impacto emocional e social nas crianças afetadas. O tratamento deve ser individualizado, levando em consideração a causa subjacente, a idade da criança e outros fatores clínicos. Abordagens psicossociais são fundamentais para garantir o bem-estar emocional das crianças afetadas. É essencial que profissionais de saúde especializados em dermatologia ou pediatria estejam envolvidos no diagnóstico e manejo da alopecia pediátrica, com acompanhamento a longo prazo para monitorar a resposta ao tratamento e garantir o melhor cuidado possível para as crianças afetadas.