MANEJO TERAPÊUTICO DA DISLEXIA
DOI:
https://doi.org/10.56238/isevmjv5n2-016Palavras-chave:
Dislexia, Transtornos de Aprendizagem, Diagnóstico, Tratamento, NeurociênciaResumo
A dislexia é um transtorno específico de aprendizagem de origem neurobiológica que compromete principalmente a fluidez da leitura, a decodificação de palavras e as habilidades de soletração, estando associada a alterações funcionais e estruturais em redes neurais responsáveis pelo processamento fonológico. O presente estudo teve como objetivo analisar as evidências científicas recentes acerca do manejo terapêutico da dislexia. Trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa realizada na base de dados PubMed, utilizando os descritores dyslexia, treatment e diagnosis, combinados por operadores booleanos. Foram incluídos artigos publicados nos últimos cinco anos, disponíveis na íntegra nos idiomas português ou inglês e diretamente relacionados ao tema. Os resultados indicam que a dislexia apresenta etiologia heterogênea, envolvendo déficits no processamento fonológico, visual e auditivo, o que torna essencial a realização de diagnóstico diferencial preciso para orientar intervenções terapêuticas eficazes. Programas educacionais baseados em treinamento fonológico permanecem como a abordagem mais utilizada, embora apresentem efeitos moderados. Nesse contexto, estratégias terapêuticas personalizadas, fundamentadas na identificação dos mecanismos cognitivos específicos, demonstram maior potencial de eficácia. Tecnologias emergentes, como a estimulação cerebral não invasiva e ferramentas baseadas em inteligência artificial, têm ampliado as possibilidades diagnósticas e terapêuticas. Conclui-se que o manejo da dislexia deve envolver abordagem multidimensional, integrando intervenções educacionais, avanços tecnológicos e suporte psicossocial, com o objetivo de melhorar o desempenho acadêmico e promover a saúde cognitiva ao longo da vida.
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