ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO COMO PRÁXIS EMANCIPATÓRIA: MEDIAÇÃO DO CONHECIMENTO, JUSTIÇA SOCIAL E INCLUSÃO NO CONTEXTO ESCOLAR CONTEMPORÂNEO
Palavras-chave:
Alfabetização, Letramento, Mediação, Práxis Educativa, Inclusão, Justiça SocialResumo
Este artigo discute a alfabetização e o letramento sob uma perspectiva crítica, dialógica e emancipatória, fundamentada em autores como Ferreiro, Teberosky, Freire, Gadotti, Freinet, Smolka, Soares, Vigotski, Wallon, Piaget, Makarenko, Guareseci, Masetto e Pestalozzi. Busca-se compreender a formação leitora e escritora como processo histórico, social e cultural que ultrapassa a decodificação técnica do sistema gráfico, enfatizando a mediação docente, a justiça social, a democracia e a inclusão escolar. A aprendizagem é analisada como prática social orientada pela práxis, pela afetividade, pela amorosidade e pela organização pedagógica sem autoritarismo. Argumenta-se que a escola precisa reconhecer a realidade dos alunos, suas vivências e linguagens, favorecendo atividades que articulem teoria e prática, promovam participação crítica e valorizem a dimensão sociopolítica dos atos de ler e escrever. Alfabetizar letrando implica formar sujeitos críticos, capazes de compreender a realidade e transformá-la, reafirmando o compromisso ético e político da educação como prática de liberdade.
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