PERFIL DO CONSUMIDOR DE UM RESTAURANTE DE FAST FOOD NO MALL PLAZA MAULE, CHILE
DOI:
https://doi.org/10.56238/sevened2026.008-173Palavras-chave:
Consumidores, Fast Food, Atividade Física, Mall Plaza MauleResumo
Introdução: Quatro em cada dez chilenos consomem junk food pelo menos uma vez por semana.
Objetivo: Descrever o perfil do consumidor de um restaurante de fast food no Mall Plaza Maule, Maule, Chile.
Metodologia: Estudo quantitativo, descritivo, não experimental, com delineamento baseado na teoria fundamentada; amostra: 990 indivíduos com mais de 18 anos, coletados ao longo de um período de uma semana.
Instrumento: Um questionário elaborado pelos pesquisadores e validado por especialistas, composto por oito questões: peso/altura, idade, gênero, ocupação, nível educacional, frequência de visitas ao restaurante de fast food, o que costumam consumir, três refeições que mais ingerem, com quem costumam ir, motivo para comer, se praticam atividade física e com que frequência, e quais tipos de exercícios realizam.
Resultados: Os consumidores são predominantemente homens (82%), jovens adultos (18–40 anos), estudantes ou trabalhadores com escolaridade do ensino médio ao superior, e com IMC médio na faixa de sobrepeso (20–25%). A frequência de consumo é semanal (principalmente 1–2 vezes), com preferência por alimentos tradicionais de fast food, como batatas fritas (537), cachorros-quentes (457), pizza (282) e hambúrgueres (259), em comparação com opções saudáveis (258). Os consumidores visitam o local acompanhados principalmente por amigos (282), parceiros (228) ou familiares (184), motivados por preço (372), sabor (291) e rapidez (586). Embora 75% pratiquem atividade física (1–2 vezes por semana, entre 30 minutos e 2 horas), predominam exercícios moderados, como musculação, cardio, corrida ou caminhada, o que se mostra insuficiente para compensar a alta ingestão calórica.
Conclusão: Diante do contexto chileno de sobrenutrição e obesidade, o perfil identificado revela estilos de vida urbanos marcados por desequilíbrio entre alimentação e atividade física, sugerindo a necessidade de intervenções voltadas para cardápios mais saudáveis e promoção da prática de exercícios.
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