VITALIZANDO DIFERENÇAS: LEGITIMAR PARA INCLUIR
DOI:
https://doi.org/10.56238/sevened2026.004-034Palavras-chave:
Subjetivação, Biopolitica, Vitalizar, Inclusão, EducaçãoResumo
Analisando um cenário de opressão às subjetividades destoantes do que está referenciado numa lógica manicomial, patriarcal e racial, histórica e socialmente estabelecidas, as linhas vindouras buscam mapear engrenagens dessa cultura enraizada na exclusão e individualização como modo de dominação biopolítica, assim como, cartografar resistências e engendrar pistas e propostas que germinem brechas e promovam a inclusão, tanto com equidade de acessos, quanto com centralidade referencial e representativa dos que são deslegitimados e marginalizados. Para tanto, elegemos o campo da educação como um dos mais profícuos para arar e semear, apostando no conceito de vitalização da vida, em sua multiplicidade de expressões, ou seja, na apropriação do viver, existir e se relacionar como uma obra prima, em ruptura com as influências e interferências dos veios moralizantes, confeccionando e desvelando potenciais de composição e transversalização de cada singularidade e acontecimento, integrando saberes e culturas e ecologia e subjetividade.
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