DA TEORIA À PRÁTICA: RESILIÊNCIA, CURRÍCULO FORMAL E FORMAÇÃO EM ENFERMAGEM NAS CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.56238/sevened2026.011-020Palavras-chave:
Resiliência, Formação em Enfermagem, Ciências da Educação, Currículo, Ensino SuperiorResumo
Este capítulo examina a resiliência no contexto da formação em Enfermagem, integrando fundamentos teóricos das Ciências da Educação com evidências empíricas do ensino superior em saúde; adotando uma perspectiva da teoria à prática, a resiliência é compreendida não apenas como um traço individual, mas como uma competência educacional desenvolvida ao longo da trajetória acadêmica e moldada por fatores curriculares, pedagógicos e institucionais; o estudo baseia-se em um delineamento quantitativo longitudinal realizado com estudantes de graduação em Enfermagem, permitindo a análise das mudanças nos níveis de resiliência ao longo do tempo; os resultados indicam que a resiliência é um construto dinâmico e multidimensional, positivamente associado ao bem-estar psicológico, à redução do estresse acadêmico e à permanência estudantil; fatores como apoio social, experiências clínicas supervisionadas, práticas pedagógicas intencionais e estratégias adaptativas de enfrentamento foram identificados como centrais para o fortalecimento da resiliência estudantil; a discussão destaca o papel do currículo formal, em conjunto com o currículo oculto, na promoção de competências socioemocionais; conclui-se que a integração entre teoria e prática sob a ótica da resiliência potencializa significativamente a formação em Enfermagem e contribui para o avanço das Ciências da Educação, enfatizando a importância de políticas institucionais e estratégias pedagógicas voltadas à promoção de ambientes de aprendizagem mais saudáveis, inclusivos e sustentáveis no ensino superior.
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